A ele falou primeiro a deusa, Atena de olhos garços:
"Telémaco, não deves sentir vergonha; de modo algum!
Pois foi para isto que atravessaste o mar, para saberes notícias
de teu pai: onde o cobriu a terra ou que destino foi o seu.
Canto III
Assim falou; e uma nuvem de dor se apoderou de Laertes.
Com ambas as mãos agarrou em terra misturada com cinza
e atirou-a por cima da cabeça, gemendo incessantemente.
Comoveu-se o coração de Ulisses e nas narinas sentiu
uma dor lancinante, ao ver naquele estado o pai amado.
Lançou-se a ele, com beijos e abraços, e disse estas palavras:
"Eu próprio sou aquele por quem perguntaste, ó pai.
Cheguei no vigésimo ano à amada pátria.
Pára de te lamentares, deixa agora o pranto lacrimejante.
Tudo te direi, pois neste momento não há tempo a perder."
Canto XXIV
Homero, Odisseia, Edições Cotovia, 2003
Tradução de Frederico Lourenço
Homero, Odisseia, Edições Cotovia, 2003
Tradução de Frederico Lourenço
Pero en el sueño de un poeta ciego...
Posted by C. in Línguas, Literatura, Telemaquia, Telemaquia: Poesia com Direito de Resposta
ULISSES EN AIGÜES D'ÍTACA
Vas arribant a l'illa i ara saps
el que vol dir la vida, el que és l'atzar.
El teu arc serà pols damunt la lleixa.
Pols seran el teler i la seva peça.
Els pretendents que acampen a l'eixida
són ombres que Penèlope somia.
Vas arribant a l'illa: els roquerars,
com el temps l'Odissea, els bat la mar.
Ningú no ha teixit mai la teva absència
ni ha desteixit l'oblit sense cap fressa.
Per més que, a voltes, la raó ho ignori,
Penèlope és una ombra del teu somni.
Vas arribant a l'illa: els gavians
que cobreixen la platja no es mouran
quan la travessis sense deixar empremta,
perquè no has existit: ets la llegenda.
Potser hi va haver un Ulisses mort a Troia,
i potser va plorar lo alguna dona,
però en el somni d'un poeta cec
continues salvant-te. Al front d'Homer,
etern i rigorós, cada trenc d'alba
un solitari Ulisses desembarca.
ULISES EN AGUAS DE ITACA
Vas arribant a l'illa i ara saps
el que vol dir la vida, el que és l'atzar.
El teu arc serà pols damunt la lleixa.
Pols seran el teler i la seva peça.
Els pretendents que acampen a l'eixida
són ombres que Penèlope somia.
Vas arribant a l'illa: els roquerars,
com el temps l'Odissea, els bat la mar.
Ningú no ha teixit mai la teva absència
ni ha desteixit l'oblit sense cap fressa.
Per més que, a voltes, la raó ho ignori,
Penèlope és una ombra del teu somni.
Vas arribant a l'illa: els gavians
que cobreixen la platja no es mouran
quan la travessis sense deixar empremta,
perquè no has existit: ets la llegenda.
Potser hi va haver un Ulisses mort a Troia,
i potser va plorar lo alguna dona,
però en el somni d'un poeta cec
continues salvant-te. Al front d'Homer,
etern i rigorós, cada trenc d'alba
un solitari Ulisses desembarca.
ULISES EN AGUAS DE ITACA
Vas llegando a la isla, ahora sabes
qué es el azar. Vivir, qué significa.
Tu arco será polvo en un estante.
Polvo será el telar y la pieza que teje.
Los pretendientes, que en el patio acampan,
son sombras de los sueños de Penélope.
Vas llegando a la isla mientras bate
el mar contra las rocas de la costa,
igual que el tiempo contra la Odisea.
Nadie tejió nunca tu ausencia. Nadie
vino tampoco a destejer tu olvido.
Por más que, a veces, la razón lo ignore,
Penélope es la sombra de tu sueño.
Vas llegando a la isla: las gaviotas
cubren la playa y no se moverán
cuando al pasar no dejes huella alguna,
pues tu no existes: eres la leyenda.
Quizá un lejano Ulises murió en Troya,
y quizá lo lloró alguna mujer,
pero en el sueño de un poeta ciego
continúas salvándote:
en la frente de Homero, riguroso,
eterno, cada vez que rompe el alba
un solitario Ulises desembarca.
Joan Margarit, Llum de pluja
qué es el azar. Vivir, qué significa.
Tu arco será polvo en un estante.
Polvo será el telar y la pieza que teje.
Los pretendientes, que en el patio acampan,
son sombras de los sueños de Penélope.
Vas llegando a la isla mientras bate
el mar contra las rocas de la costa,
igual que el tiempo contra la Odisea.
Nadie tejió nunca tu ausencia. Nadie
vino tampoco a destejer tu olvido.
Por más que, a veces, la razón lo ignore,
Penélope es la sombra de tu sueño.
Vas llegando a la isla: las gaviotas
cubren la playa y no se moverán
cuando al pasar no dejes huella alguna,
pues tu no existes: eres la leyenda.
Quizá un lejano Ulises murió en Troya,
y quizá lo lloró alguna mujer,
pero en el sueño de un poeta ciego
continúas salvándote:
en la frente de Homero, riguroso,
eterno, cada vez que rompe el alba
un solitario Ulises desembarca.
Joan Margarit, Llum de pluja
Eu gostava do Dr. Margaride. Camarada do papá em Viana, muitas vezes lhe ouvira cantar, ao violão, a xácara do conde Ordonho. Tardes inteiras vaguara com ele poeticamente, pela beira da água, no Mosteiro, quando a mamã fazia raminhos silvestres à sombra dos amieiros. E mandou-me as amêndoas mal eu nasci, à noitinha, em Sexta-Feira da Paixão. Além disso, mesmo na minha presença, ele gabava francamente à titi o meu intelecto e a circunspecção dos meus modos.
- O nosso Teodorico, D. Patrocínio, é moço para deleitar uma tia... Vossa Excelência, minha rica senhora, tem aqui um Telémaco!
Eu corava, modesto.
Queirós, Eça de, A Relíquia, Colecção Mundo das Letras, Porto, Porto Editora, 2009, pp. 23, 24.
Caros leitores,A Telemaquia apresentou-se até agora como um núcleo de estudantes não oficial ligado ao Departamento de Estudos Portugueses da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Por motivos vários, entre os quais se sublinha a clara falta de interesse por parte do seu público alvo, a Telemaquia destitui-se das suas antigas funções e declara-se oficialmente independente, no que resulta a sua nova, e verdadeira, condição de "Grupo de Amigos dedicado à militância pela Cultura".
Neste seguimento, anunciamos que:
a) O Espaço Telemaquia foi encerrado e devolvido aos seus costumeiros fins de publicidade académica.
b) Os projectos telemacaicos em curso serão reconfigurados de acordo com as possibilidades actuais e futuras.
c) A Telemaquia está aberta a colaborações e parcerias.
Agradecemos a todos os que nos apoiaram enquanto núcleo e solicitamos que continuem a visitar este nosso espaço, onde seguiremos presentes e de olhos bem abertos.
Por motivos vários, entre os quais se sublinha a clara falta de interesse por parte do seu público alvo, a Telemaquia destitui-se das suas antigas funções e declara-se oficialmente independente, no que resulta a sua nova, e verdadeira, condição de "Grupo de Amigos dedicado à militância pela Cultura".
Neste seguimento, anunciamos que:
a) O Espaço Telemaquia foi encerrado e devolvido aos seus costumeiros fins de publicidade académica.
b) Os projectos telemacaicos em curso serão reconfigurados de acordo com as possibilidades actuais e futuras.
c) A Telemaquia está aberta a colaborações e parcerias.
Agradecemos a todos os que nos apoiaram enquanto núcleo e solicitamos que continuem a visitar este nosso espaço, onde seguiremos presentes e de olhos bem abertos.
Um abraço,
Telemaquia
Telemaquia
Tal como os alunos (quase todos) da FCSH, a Telemaquia foi de férias!
Nada como uma pausa intercalar para descansar após os exames e regressar em força no 2.º semestre...
A todos os estudantes que enquanto vêem uma nesguinha por entre as remelas dos olhos não se vão deitar, a Telemaquia deseja boa sorte e bom trabalho!
Desde pequena que gosto de livros. Da materialidade dos livros. Dos indícios das capas, da textura e cor das folhas, das possibilidades infinitas da leitura. Antes mesmo de aprender a ler, já liam para mim. E nunca era com sono que eu ouvia as histórias. Liam-me ao jantar – porque tinha pouco peso para a minha idade, porque não comia. A minha mãe conta com frequência que a minha maior angústia da primeira infância era não saber ler. Na escola, tive sorte. A minha boa professora, com quem ainda hoje mantenho o contacto, levava para a aula música, poesia, teatro, artes plásticas. Aos 9 anos posso dizer que eram esses os meus interesses. Sonhar com profissões? Nunca em tal coisa eu pensava.
Certo dia descobri o Diário de Anne Frank e, como muitas raparigas, senti-me próxima da Anne, identifiquei-me com ela. Comecei a acreditar na reencarnação e achava até que ia morrer muito nova. Tinha muitos delírios – era uma adolescente solitária. E assim os anos passavam e eu preferia ler a sair com os amigos. Foi dessa forma que descobri Sartre, Oscar Wilde, Nabokov, Nietzsche. Aos dezasseis anos fiz a tentativa (vã) de ler James Joyce. E foi contra a professora de Português que acreditava que eu ia seguir Filosofia e contra os meus colegas que achavam a escolha um desperdício, que decidi seguir Línguas e Literaturas Modernas. Atirei ao destino a variante: inglês ou francês com português ou só português. O destino respondeu-me: inglês não, francês talvez, português sim.
Quando entrei na FCSH acreditava que a Palavra podia mudar o mundo. Não sabia se tinha talento para alguma coisa, mas sabia que tinha a necessidade de fazer qualquer coisa. Os três anos do curso foram passados em mistos de frustração e regozijo. Revia-me naqueles que tiravam com amor os livros de uma estante, mas era com nojo que observava todos os que ocupavam o meu espaço sem saber o porquê. Posso dizer que vivi no curso com arrogância, embora me desse com toda a gente. E confesso que com a mesma arrogância analisei os professores. Enraiveci-me com a graxa pontuada, com a inflação das notas de Bolonha, com os professores que nos tratavam como estudantes de liceu.
... Saí há uns meses e às vezes digo: “tenho saudades”. No meu mestrado não leio literatura, mas manuais de receitas pedagógicas. Queria voltar a sentir o orgulho de saber que estudo e disseco a humanidade. Agora só na solidão é que encontro a sensação que é interagir com a arte mais imaginativa que eu conheço. Posso não fazer parte dela, penso eu, mas ela faz parte de mim. E embora amaldiçoe o facto de não ter muito dinheiro e me irrite com a inactividade dos meus colegas e me enerve com as associações do curso às baixas médias de acesso esta foi uma decisão consciente. Não passava a minha vida sem estudar Literatura. :)
F.F.
Certo dia descobri o Diário de Anne Frank e, como muitas raparigas, senti-me próxima da Anne, identifiquei-me com ela. Comecei a acreditar na reencarnação e achava até que ia morrer muito nova. Tinha muitos delírios – era uma adolescente solitária. E assim os anos passavam e eu preferia ler a sair com os amigos. Foi dessa forma que descobri Sartre, Oscar Wilde, Nabokov, Nietzsche. Aos dezasseis anos fiz a tentativa (vã) de ler James Joyce. E foi contra a professora de Português que acreditava que eu ia seguir Filosofia e contra os meus colegas que achavam a escolha um desperdício, que decidi seguir Línguas e Literaturas Modernas. Atirei ao destino a variante: inglês ou francês com português ou só português. O destino respondeu-me: inglês não, francês talvez, português sim.
Quando entrei na FCSH acreditava que a Palavra podia mudar o mundo. Não sabia se tinha talento para alguma coisa, mas sabia que tinha a necessidade de fazer qualquer coisa. Os três anos do curso foram passados em mistos de frustração e regozijo. Revia-me naqueles que tiravam com amor os livros de uma estante, mas era com nojo que observava todos os que ocupavam o meu espaço sem saber o porquê. Posso dizer que vivi no curso com arrogância, embora me desse com toda a gente. E confesso que com a mesma arrogância analisei os professores. Enraiveci-me com a graxa pontuada, com a inflação das notas de Bolonha, com os professores que nos tratavam como estudantes de liceu.
... Saí há uns meses e às vezes digo: “tenho saudades”. No meu mestrado não leio literatura, mas manuais de receitas pedagógicas. Queria voltar a sentir o orgulho de saber que estudo e disseco a humanidade. Agora só na solidão é que encontro a sensação que é interagir com a arte mais imaginativa que eu conheço. Posso não fazer parte dela, penso eu, mas ela faz parte de mim. E embora amaldiçoe o facto de não ter muito dinheiro e me irrite com a inactividade dos meus colegas e me enerve com as associações do curso às baixas médias de acesso esta foi uma decisão consciente. Não passava a minha vida sem estudar Literatura. :)
F.F.
In the fourth century a little monk named Telemachus from Asia (modern day Turkey comprises the Roman province of Asia; or perhaps Asia Minor is meant), was led by an inner voice to go to Rome without knowing why. He followed the crowds to the Coliseum. Two gladiators were fighting, and Telemachus tried to get between them to stop them, shouting three times, "In the name of Christ, forbear!" Telemachus was killed by being run through with the sword of one of the gladiators. When the crowd saw the little monk lying dead in a pool of blood, they fell silent, leaving the stadium, one by one. Because of Telemachus' death, three days later, the Emperor by decree ended the Games.
- Monk Preston.
Fonte: prayerfoundation.org
"Estreia de folhetim literário na FCSH"
A Revista N dedicou um artigo à Corneta do Diabo e aos restantes projectos da Telemaquia.
Desde já agradecemos toda a atenção e simpatia da Teresa Serrão!
A Revista N dedicou um artigo à Corneta do Diabo e aos restantes projectos da Telemaquia.
Desde já agradecemos toda a atenção e simpatia da Teresa Serrão!
Odysseus to Telemachus
My dear Telemachus,
The Trojan War
is over now; I don't recall who won it.
The Greeks, no doubt, for only they would leave
so many dead so far from their own homeland.
But still, my homeward way has proved too long.
While we were wasting time there, old Poseidon,
it almost seems, stretched and extended space.
I don't know where I am or what this place
can be. It would appear some filthy island,
with bushes, buildings, and great grunting pigs.
A garden choked with weeds; some queen or other.
Grass and huge stones . . . Telemachus, my son!
To a wanderer the faces of all islands
resemble one another. And the mind
trips, numbering waves; eyes, sore from sea horizons,
run; and the flesh of water stuffs the ears.
I can't remember how the war came out;
even how old you are--I can't remember.
Grow up, then, my Telemachus, grow strong.
Only the gods know if we'll see each other
again. You've long since ceased to be that babe
before whom I reined in the plowing bullocks.
Had it not been for Palamedes' trick
we two would still be living in one household.
But maybe he was right; away from me
you are quite safe from all Oedipal passions,
and your dreams, my Telemachus, are blameless.
A Part of Speech, Joseph Brodsky
NA FCSH, A TELEMAQUIA VAI DE FÉRIAS ATÉ 5 DE JANEIRO
Textos, dúvidas ou sugestões:
telemaquia@live.com.pt
Textos, dúvidas ou sugestões:
telemaquia@live.com.pt
Ulysses
This is my son, mine own Telemachus,
to whom I leave the sceptre and the isle,--
Well-loved of me, discerning to fulfill
This labor, by slow prudence to make mild
A rugged people, and thro' soft degrees
Subdue them to the useful and the good.
Most blameless is he, centred in the sphere
Of common duties, decent not to fail
In offices of tenderness, and pay
Meet adoration to my household gods,
When I am gone. He works his work, I mine.
Poems, Alfred Tennyson
O primeiro que a deusa avistou foi Telémaco divino,
sentado entre os pretendentes com tristeza no coração,
imaginando no seu espírito o nobre pai chegando
para causar em toda a casa a dispersão dos pretendentes.
E assim em seu palácio teria honra e primazia.
Sentado no meio dos pretendentes a pensar estas coisas,
avista Atena e a ela se dirige, julgando em seu espírito
ser vergonhoso para um hóspede ficar parado à entrada.
Acercando-se dela, dá-lhe a mão e dela recebe a brônzea lança.
E falando-lhe, palavras profere apetrechadas de asas.
"Salve, estrangeiro! Serás estimado em nossa casa;
e depois de teres comido me dirás de que tens necessidade!
Odisseia (trad. Frederico Lourenço), Canto I, 115-124
Apresentação
"Telémaco, não deves sentir vergonha; de modo algum!
Pois foi para isto que atravessaste o mar, para saberes notícias
de teu pai: onde o cobriu a terra ou que destino foi o seu."
Odisseia , Canto III, 14-16.
Telemaquia:
Perfil no Blogger
- Contacto:
telemaquia@live.com.pt
Pois foi para isto que atravessaste o mar, para saberes notícias
de teu pai: onde o cobriu a terra ou que destino foi o seu."
Odisseia , Canto III, 14-16.
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O Jogo do Direito de Resposta: Literatura e Intertextualidade
A folha de poesia que a Telemaquia costumava afixar semanalmente junto ao Departamento de Estudos Portugueses da FCSH corresponde agora à rubrica bloguista Literatura com Direito de Resposta. Desafiamos os nossos leitores a responderem aos textos citados na mesma moeda: literatura com literatura se paga. As respostas, que poderão ser deixadas na caixa de comentários ou no nosso endereço de e-mail, serão posteriormente colocadas no blog como postagens.
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