Expolíngua Portugal 2009

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Desde 1989, a Expolingua Portugal - Salão Português de Línguas e Culturas, divulga e promove a importância do estudo de línguas e do conhecimento de novas culturas. A par da Feira, que reúne a presença em stand das mais diversas entidades ligadas à educação e cultura, irá decorrer um Programa Cultural com teatro, cinema, conferências, workshops e debates. A Expolingua é visitada anualmente por milhares de pessoas que aí encontram as mais recentes novidades no campo da didáctica, ensino e aprendizagem de línguas. Nesta edição, em que se comemora o 20º aniversário do evento, o Convidado de Honra será a Língua Portuguesa e a Lusofonia.Tanto a assistência às sessões do Programa Cultural como a entrada na Feira são gratuitas (excepto os espectáculos de teatro interactivo). Durante os três dias realizar-se-ão ainda sorteios, concursos e animação cultural com música, dança, aulas de línguas estrangeiras, etc. A entrada é livre e podem ser marcadas desde já visitas de estudo.
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Mais informações aqui.

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2 comentários

André A.  

Cette clarté de clair de lune,
Déballée par le désarroi d’une note
D’un quelconque diapason,
Trembleur dorée de ce flambeau en condoléance.
Pierrot s’en va effrayé, se jette et tue sa plume.
Persuadé que son cauchemar serait ainsi interrompu.
Un seul mot troublerait ce décor, du moins,
C’est son raisonnement.
Froissées par le deuil, les ailes se déchirent,
Si aisément et tombent les souvenirs
sur son corps de marbre, une nudité retrouvée,
Miroir de tous les vols accomplis.
Une telle beauté visible en si peu de lumière,
Seule l’intonation de mon impulsivité trouble
Et entoure cette rencontre.
Émane de ce corps une nudité que je saisis
D’apparence abandonnée mais toujours si mystérieuse…


P.S. Salut a tous!!!

25 de fevereiro de 2009 às 21:29
Christopher Trust  

Há no mármore dos meus pulsos,
Uma brecha doirada por onde uiva o vento,
Espreito para ver escorrer a matéria
Que arrasta obstinadamente o meu sonho.
Um órgão, um sexo de cristal,
Ira de coisa nenhuma dissimulada
Nesse tempo materno que se abre,
Olho persistentemente como se toda a indiferença
Contida no sémen espalhasse
Toda a fragilidade desta verdade.
Rasgo o verso e lanço-o como pétalas
Dos teus cabelos onde o vento se agita,
Soletrando apenas um canto obsceno do Norte.
É eco abafado, indistinto e berrado…
Na passagem funda afoga-se, nas entranhas uiva….
Um naufrágio, cheiros subterrâneos coexistem neste silêncio
De fogo, já passou e do outro lado olha-me…

25 de fevereiro de 2009 às 23:58

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